Outro dia vi um documentário sobre as ceguinhas de campina grande.
O ganzá delas era maior que todo o esforço de gil no palco.. tão tocante que me deixou naturalmente pensando na frase que elas repetiam periodicamente e que soprou o nome do documentário.
"a pessoa é para o que nasce"
Para além do tom conformista da frase, pensei nela como uma forma de não forçar um caminho. Aprendi a odiar o mérito, por pura birra jogada sobre o argumento. Acho que a fluidez tem mais cor e é mais maleável às mazelas da vida.
Agualusa, será que consigo comprar por cá?
O ganzá delas era maior que todo o esforço de gil no palco.. tão tocante que me deixou naturalmente pensando na frase que elas repetiam periodicamente e que soprou o nome do documentário.
"a pessoa é para o que nasce"
Para além do tom conformista da frase, pensei nela como uma forma de não forçar um caminho. Aprendi a odiar o mérito, por pura birra jogada sobre o argumento. Acho que a fluidez tem mais cor e é mais maleável às mazelas da vida.
Agualusa, será que consigo comprar por cá?