
Segue ao pé da mesa a fórmula exata de como criar personagens sociológicamente ambientados na polidez da burguesia da vez.
Talvez uma ampulheta pascaliana sensata o salvaria, mas eu duvi.dê.ô.dó.
Talvez um bem datado e queimado feminismo americano das antigas o faria.
Com imagens impecáveis e diálogos certeiros dentro de personagens profundamente simples e longe de qualquer absurdo nômade, Rhomer é meu papa mais desligado.
Moralismo antimoralista francês.