o café caiu na xícara com um cheiro ardido de creme irlandês.
as páginas ainda estavam quentes da voz rubra que joguei enquanto feria os ouvidos do apartamento de baixo.
bebi com calma e desejei um gato deitado ali, em cima da mesa, ao lado dos livros, cochichando um ronron e mordendo o pé das letras que me escapassem de vista.